URGENTE! Messi bate recorde como o maior perdedor de pênaltis das Copas do Mundo
Lionel Messi acaba de cravar mais um recorde para a sua extensa e inigualável coleção em Copas do Mundo, mas este, certamente, ele preferia não ostentar. Ao ter sua cobrança defendida pelo goleiro Mostafa Shobeir no primeiro tempo do jogo decisivo contra o Egito, válido pelas oitavas de final da Copa de 2026, o craque argentino isolou-se em uma marca indigesta, tornando-se o jogador que mais desperdiçou penalidades na história dos Mundiais com a bola rolando.
Com esse novo erro em Atlanta, a conta do camisa dez no tempo regulamentar e prorrogações chega à impressionante marca de oito cobranças efetuadas, com quatro convertidas e quatro desperdiçadas, o que significa um aproveitamento de apenas cinquenta por cento na marca da cal em jogos de Copa. Esse quarto erro isola Messi no topo de uma lista que nenhum batedor deseja liderar, deixando para trás o ganês Asamoah Gyan, que ocupa a segunda posição histórica com dois pênaltis perdidos, um em 2006 contra a República Tcheca e outro emblemático em 2010 contra o Uruguai. Logo em seguida, uma lista marcante divide a terceira posição com um erro na história da competição, abrindo espaço para o mais recente e doloroso trauma do futebol brasileiro, o meia Bruno Guimarães, que desperdiçou sua cobrança aos doze minutos do primeiro tempo na eliminação do Brasil contra a Noruega nesta mesma edição de 2026. Junto ao brasileiro, dividem esse patamar de um erro nomes lendários como Zico no Mundial de 1986, o português Cristiano Ronaldo na edição de 2018, além de Robert Lewandowski e Harry Kane no torneio de 2022.

A trajetória de erros de Messi na marca do pênalti em Copas começou na Rússia, em 2018, quando parou no goleiro islandês Halldórsson no empate em um a um. Quatro anos depois, no Catar, ele voltou a falhar na fase de grupos diante do polonês Szczęsny, embora a Argentina tenha vencido o jogo por dois a zero. Já na atual edição de 2026, o craque viveu seu terceiro revés ao chutar para fora contra a Áustria na fase de grupos e, agora, somou o quarto erro ao parar nas mãos de Shobeir contra o Egito. Das oito cobranças totais com bola rolando, os únicos gols de pênalti de Messi foram anotados todos no Catar, contra Arábia Saudita, Holanda, Croácia e na grande final diante da França, deixando de fora dessa conta as disputas por penalidades pós-jogo, onde ele mantém cem por cento de acerto.
O paradoxo da carreira do gênio argentino é que esse recorde negativo acontece justamente na Copa do Mundo em que ele consolidou sua maior dinastia técnica e física. Nesta mesma edição de 2026, Lionel Messi quebrou os recordes mais pesados do futebol global ao se tornar o maior artilheiro isolado da história das Copas do Mundo, ultrapassando os dezesseis gols do alemão Miroslav Klose. Além disso, o camisa dez da Albiceleste também bateu a marca de mais minutos jogados em Mundiais, superando o italiano Paolo Maldini, e isolou-se como o atleta com mais partidas disputadas e mais vitórias conquistadas no torneio. O erro de hoje contra os egípcios mostra apenas a face humana de um atleta que, no mesmo gramado, opera como uma máquina de quebrar recordes positivos e escrever a história do futebol.